Sunday, 7 November 2010

Luis Bonfá


Bonfá was born on October 17, 1922 in Rio de Janeiro. He began teaching himself to play guitar as a child; he studied in Rio with Uruguayan classical guitarist Isaías Sávio from the age of twelve. These weekly lessons entailed a long, harsh commute by rail and on foot from his family home in the western rural outskirts of Rio de Janeiro to the teacher's home in the hills of Santa Teresa. Given Bonfá's extraordinary dedication and talent for the guitar, Sávio excused the youngster's inability to pay for his lessons.

Bonfá first gained widespread exposure in Brazil in 1947 when he was featured on Rio's Rádio Nacional, then an important showcase for up-and-coming talent. He was a member of the vocal group Quitandinha Serenaders in the late 1940s. Some of his compositions were recorded and performed by Brazilian crooner Dick Farney in the 1950s. It was through Farney that Bonfá was introduced to Antonio Carlos Jobim and Vinicius de Moraes, the leading songwriting team behind the worldwide explosion of Brazilian jazz/pop music in the late 1950s and 1960s. Bonfá collaborated with these and with other prominent Brazilian musicians and artists in productions of de Moraes' anthological play Orfeu da Conceição, which several years later gave origin to Marcel Camus' legendary film "Black Orpheus" (Orfeu Negro in Portuguese). In the burgeoning days of Rio de Janeiro's thriving jazz scene, it was commonplace for musicians, artists, and dramatists to collaborate in such theatrical presentations. Bonfá wrote some of the original music featured in the film, including the numbers "Samba de Orfeu" and his most famous composition, "Manhã de Carnaval" (of which Carl Sigman later wrote a different set of English lyrics titled "A Day in the Life of a Fool"), which has been among the top ten standards played worldwide, according to The Guinness Book of World Records.



As a composer and performer, Bonfá was at heart an exponent of the bold, lyrical, lushly orchestrated, and emotionally charged samba-canção style that predated the arrival of João Gilberto's more refined and subdued bossa nova style. Jobim, João Donato, Dorival Caymmi, and other contemporaries were also essentially samba-canção musicians until the sudden, massive popularity of the young Gilberto's unique style of guitar playing and expressively muted vocals transformed the music of the day into the music of the future. Camus' film and Gilberto's and Jobim's collaborations with American jazzmen such as Stan Getz and Charlie Byrd did much to bring Brazilian popular music to the attention of the world, and Bonfá became a highly visible ambassador of Brazilian music in the United States beginning with the famous November 1962 Bossa Nova concert at New York's Carnegie Hall.

Bonfá lived in the USA from the early 1960s until 1975. He worked with American musicians such as Quincy Jones, George Benson, Stan Getz, and Frank Sinatra, recording several albums while in United States. Elvis Presley sang a Bonfá composition, "Almost in Love", in the 1968 MGM film "Live a Little, Love a Little". Bonfá remained well-connected in the US after returning to Brazil, but his profile receded into relative obscurity during his final decades. His last album, 1997's "Almost in Love", was a collaboration with Brazilian singer Ithamara Koorax.

Bonfá died in Rio de Janeiro on January 12, 2001 from prostate cancer complicated by ischemia. He was 78 years old.

Friday, 5 November 2010

One of my favourite albums ever


A studio meeting of two superb brazilian musicians traveling in Argentina early 70’s.

The percussionist, composer, inventor & singer Pedro Dos Santos or his well known nick name “Sorongo” recorded in 1968 the holy grail of brazilian music records, “Krishnanda” years ahead of his time.

On this record he shows many of the instruments he invented, one of them is the “Tamba” that the famous Tamba Trio used not only as a name but central percussion sound that makes Tamba so special. It's not a coincidence that Helcio Milito Tamba Trio percussionist/drummer produced Krishnanda for his big influence Pedro Santos.

Acoustic guitar virtuoso Sebastião Tapajós recorded with several artists from Gerry Mulligan to Hermeto Pascoal & soundtracks for brazilian movies.


taken from:

http://fattoro.blogspot.com/2009/12/sebastiao-tapajos-pedro-dos-santos-vol1.html#comment-form

Tuesday, 2 November 2010

Com Cristina Caetano


Escrito por Cristina Caetano
Qui, 11 de Fevereiro de 2010 21:00

No processo da gravaçao do CD Cristina Caetano Interpréta Sebastião Tapajós & Parceiros, foram muitos os momentos em que me emocionei.

Ver todos aqueles músicos dando forma as músicas, NeyConceição que é uma simpatia de pessoa e excelente músico! Célio Vulcão que é de Santarém e desponta para o melhor da música brasileira, Edivaldo dando um show na bateria, Sebastião Tapajós violonista maravilhoso, que tem uma energia fantástica e faz musicas lindas com seu violão e Marcelo Bernarde(flauta transversa, flautim, sax) que chegou à Belém para dar o seu toque músical perfeito ao CD e deixou sua marca com lindas melodias e solos perfeitos.




Mas, houve um momento bem especial também, quando Sebastião falava ao telefone com alguém que eu não sabia quem era, de repente ele me passou o telefone e na linha estava o mestre do samba e bossa nova Billy Blanco que foi parceiro musical de grande feras da música brasileira, entre eles Tom Jobim, Baden Powel.

Eu realmente fiquei emocionada e feliz por sentir que ele está feliz com a gravação de músicas suas em parceria com o Tião no meu CD. Até insistiu em dizer fala pro Tião te mostrar uma outra música que fiz com ele, disse o nome mas não recordo agora.

Me parabenizou e me deu sua bênção!
À benção mestre Sebastião Tapajós!
À benção mestre Billy Blanco!

O virtuose Sebastiao Tapajos


Sebastião Tapajós nasceu em 16 de abril de 1944 em Santarém no Pará.

Sebastião Tapajós começou a estudar violão aos nove anos de idade, tendo seu pai como professor. Mudou-se para Belém e depois, em 1963, para o Rio, sempre continuando os estudos de violão clássico. Em 1964 foi para Portugal, onde se formou no Conservatório Nacional de Música de Lisboa. Depois estudou na Espanha com o famoso mestre Emilio Pujol, formando-se no Instituto de Cultura Hispânica. Depois de completar os estudos, voltou primeiro para Belém e depois para o Rio, procurando iniciar uma carreira de concertista. O evento que deu impulso decisivo à sua carreira foi a execução da obra-prima de Villa-Lobos, o Concerto para Violão e Pequena Orquestra, com a Orquestra Sinfônica Nacional no Teatro Municipal do Rio. A partir daí seguiram-se vários convites para concertos no Brasil e no exterior.

Nos anos seguintes, Tapajós foi mergulhando cada vez mais na música brasileira, tanto como compositor quanto como intérprete, pesquisando ritmos e temas populares e folclóricos. Essa pesquisa lhe possibilitou gravar vários discos formados exclusivamente por composições próprias, vazadas em um idioma musical genuinamente brasileiro. Porém não deixou de tocar composições de outros autores, como Tom Jobim, Baden Powell, João Pernambuco, Astor Piazzolla e outros. Igualmente continuou exercitando seu lado de solista clássico, interpretando peças de Heitor Villa-Lobos (de quem gravou em 1993 os famosos Estudos e Prelúdios, tão cultuados por todos os violonistas), Agustin Barrios, Antonio Lauro e Guido Santórsola, entre outros.

Tapajós é hoje um músico consagrado na Europa, onde se apresentou um sem-número de vezes durante as últimas décadas, particularmente na Alemanha. Naquele país o disco Guitarra Criolla foi eleito disco do ano em 1982. Ao longo da carreira, Tapajós gravou mais de 50 discos. Recebeu mais de 20 prêmios, tendo sido eleito melhor músico brasileiro em 1992 pela Academia Brasileira de Letras. Tocou com Gerry Mulligan, Astor Piazzolla, Oscar Peterson, Paquito D’Rivera, Zimbo Trio, Maurício Einhorn, Hermeto Pascoal, para mencionar apenas os principais. Tapajós sofreu um enfarte em junho de 2001, mas em setembro do mesmo ano já estava de volta aos palcos, apresentando-se no Teatro Municipal de Niterói.

O estilo de tocar de Sebastião Tapajós é vigoroso e incisivo, e o som que tira do instrumento é cheio e encorpado. Ele gosta de utilizar efeitos percussivos, variações de timbre (do som mais doce, tocando próximo à boca do instrumento, ao mais metálico, próximo ao cavalete do instrumento), sons harmônicos, repetição ritmada de acordes em ostinato e outros recursos.

texto de V.A. Bezerra, 2001 extraído do site www.ejazz.com.br

Sebastiao Tapajos in concert














Friday, 22 October 2010

Freiburg University 1995


It is going to be a replica of his concert at the University of Freiburg in 1995!! Plus new works.

The ticket cost 50 Euros and it includes caipirinhas and transfers.

Heve fun

Wednesday, 18 August 2010

Sebastiao Tapajos em Brasilia

Dias 18, 19 e 20 de Agosto de 2010
Paraense de Santarém, Sebastião Tapajós começou a estudar violão aos nove anos de idade, tendo o pai como professor. Mudou-se para Belém e depois para o Rio de Janeiro, continuando os estudos de violão clássico. Em 1964 foi para Portugal, onde se formou no Conservatório Nacional de Música de Lisboa. Estudou na Espanha com o famoso mestre Emilio Pujol, formando-se no Instituto de Cultura Hispânica.

Depois de completar os estudos, voltou ao Brasil para iniciar a carreira de concertista. O impulso decisivo à sua carreira veio com a execução de uma obra-prima de Villa-Lobos, o Concerto para Violão e Pequena Orquestra, com a Orquestra Sinfônica Nacional no Teatro Municipal do Rio. A partir daí seguiram-se inúmeros convites para concertos no Brasil e no exterior.

Nos anos seguintes, Tapajós mergulhou cada vez mais na música brasileira, tanto como compositor quanto como intérprete, pesquisando ritmos e temas populares e folclóricos. Essa pesquisa lhe possibilitou gravar vários discos exclusivamente de composições próprias, vazadas em um idioma musical genuinamente brasileiro. Mas nunca deixou de tocar composições de Tom Jobim, Baden Powell, João Pernambuco e Astor Piazzolla. Da mesma forma, continuou a exercitar seu lado de solista clássico, interpretando peças de Villa-Lobos, Agustin Barrios, Antonio Lauro e Guido Santórsola.

Sebastião Tapajós é hoje um músico consagrado na Europa, onde já se apresentou um sem-número de vezes. Na Alemanha, seu CD Guitarra Criolla foi eleito disco do ano de 1982. Ao longo da carreira, ele já gravou mais de 50 discos e recebeu mais de 20 prêmios, tendo sido eleito melhor músico brasileiro em 1992 pela Academia Brasileira de Letras. Tocou com Gerry Mulligan, Astor Piazzolla, Oscar Peterson, Paquito D'Rivera, Zimbo Trio, Maurício Einhorn e Hermeto Pascoal.

O estilo de Sebastião Tapajós é vigoroso e incisivo, e o som que tira do instrumento é cheio e encorpado. Ele gosta de utilizar efeitos percussivos, variações de timbre, sons harmônicos e repetição ritmada de acordes em ostinato. O show que faz no Clube do Choro de Brasília tem a participação especial de Henrique Neto, no violão de sete cordas, e Rafael dos Anjos, no violão de seis.

As apresentações acontecem dias 18, 19 e 20 de Agosto de 2010 - Quarta, Quinta e Sexta-Feira a partir das 21:00 horas. Ingressos a R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia).


Antenor Giovanini(amigo e fa numero 2) e o Virtuose


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